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Segurança privada: o que é e como funciona

Você consegue imaginar uma sociedade sem segurança privada? Atualmente, “não” é a resposta mais comum para essa pergunta. O uso de vigilantes e equipamentos fornecidos por empresas especializadas é uma prática comum em todos os lugares, incluindo estabelecimentos comerciais, condomínios e até órgãos públicos. 

Não se trata de capricho, mas de necessidade. O aumento da criminalidade é um fator que assusta o brasileiro há muitos anos e, infelizmente, não dá sinais de desaceleração. Em 2020, o número de homicídios alcançou seu valor mais alto desde 2017, apresentando alta de 5,2% em relação a 2019.

De acordo com o Global Peace Index, estudo publicado em 2021, o Brasil é o país onde a população apresenta o maior nível de medo da violência. A OMS classifica a situação como uma verdadeira epidemia. Diante desse cenário, em que o poder público mostra-se claramente incapaz de garantir a segurança desejada pelos cidadãos, é comum que a busca por serviços especializados dispare. 

Mas, afinal, o que é a segurança privada, como ela surgiu e como é feita sua regulação? Neste texto, vamos falar sobre isso e passar dicas para você escolher a empresa ideal para sua situação. Quer saber mais? Continue a leitura!

O que é segurança privada?

Segurança privada se refere a um conjunto de práticas e atividades executadas por empresas com o objetivo de detectar e inibir atividades criminosas, gerando proteção a pessoas, bens e patrimônios. Trata-se de um serviço geralmente contratado para resguardar ambientes públicos, empresas e áreas residenciais. 

É importante ressaltar que o serviço é regulamentado pela Lei 7.102, publicada em 1983, e pelo decreto 89.056, do mesmo ano. Mais à frente, vamos nos aprofundar mais nos aspectos legais e ressaltar a importância de encontrar empresas que se adequem ao que é previsto pela lei brasileira. 


A segurança privada, além de contar com vigilantes, que podem ou não portar armas, costuma fazer uso de tecnologia para otimizar o nível de eficiência. A chamada segurança eletrônica é um ramo importante dessa área, principalmente pelo uso dos famosos Circuitos Fechados de Televisão. A combinação de excelência profissional com o uso de recursos avançados resulta em mais segurança para o cliente. 

Os profissionais envolvidos nessas operações passam por treinamentos específicos e precisam cumprir determinados requisitos para serem considerados aptos. Além de conhecimentos desenvolvidos em cursos de formação, os vigilantes precisam apresentar bom equilíbrio psicológico e preparo para lidar com situações de pressão. 

Além disso, de acordo com o artigo 155 da portaria 3.222, publicada em 2012 pela Polícia Federal, o cidadão que quiser atuar com segurança privada deve apresentar certidões negativas de antecedentes criminais, comprovando idoneidade. É preciso, também, estar em dia com as obrigações militares e ser aprovado em exames de aptidão física e psicológica. 

As outras exigências presentes no artigo são:

  • ser brasileiro nato ou naturalizado;
  • ter pelo menos 21 anos;
  • ter concluído a quarta série do ensino fundamental;
  • contar com aprovação em curso de formação administrado por uma empresa autorizada;
  • ser registrado no Cadastro de Pessoas Físicas. 

É importante destacar que não é papel da segurança privada substituir a pública, mas sim complementar os esforços pela criação de espaços mais seguros para os cidadãos. Uma das grandes razões para tal vem de uma projeção realizada pela Organização das Nações Unidas (ONU), que declara ideal contar com um policial para cada 250 pessoas. 

No Brasil, o efetivo policial é consideravelmente baixo, além de contar com problemas estruturais que vão da baixa remuneração à falta de recursos apropriados para o trabalho dos agentes. 

Isso, junto a escalada do crime, gera dificuldades para criar uma rede pública de segurança capaz de atender a todas as demandas nesse sentido. Para se ter uma ideia, um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2015 concluiu que, no Brasil, existe um Policial Militar para cada 473 habitantes. Quase a metade do estipulado pela ONU. 

É justo afirmar, portanto, que a segurança oferecida pelo setor privado é mais importante do que nunca. Contudo, engana-se quem pensa que essa atividade surgiu recentemente. No próximo tópico, falamos sobre como tudo isso começou. Acompanhe!

Como surgiu a segurança privada?

Partindo do princípio de que segurança privada consiste no exercício de uma função de proteção em troca de algum pagamento, podemos afirmar que esse tipo de atividade teve início nos Estados Unidos, na década de 1850. Foi quando surgiu uma das primeiras agências especializadas nesse tipo de serviço, a Agência Nacional de Detetives Pinkerton

Seu fundador, Allan Pinkerton, era um espião e detetive escocês, proclamado primeiro xerife da cidade americana de Illinois. Com experiência nas disputas políticas do país, Pinkerton identificou a necessidade de criar um grupo de vigilantes para dar proteção ao presidente recém-eleito, Abraham Lincoln, e para atender a algumas demandas dos empresários locais. 

Mais tarde, a agência ficou famosa por neutralizar um plano para assassinar o presidente, que na época era protegido por agentes da Pinkerton. 

Se nos Estados Unidos a necessidade de fortalecer a segurança de bens e patrimônios já era algo percebido, principalmente pelas elites sociais, na Europa a situação não era diferente. Em meio à segunda revolução industrial, países como a França e a Inglaterra contavam com crescentes tensões sociais e uma demanda cada vez maior de transporte e segurança de cargas. 

Os furtos não eram as únicas preocupações dos donos de fábrica, que também começaram a contratar pessoas para prevenir incêndios e até evitar manifestações violentas por parte dos trabalhadores. Nesse contexto, pouco a pouco, a segurança privada foi se desenvolvendo simultaneamente no novo e no velho mundo. 

No início do século XX, o uso de vigilantes privados já era uma realidade consolidada tanto nas Américas quanto na Europa. Com o passar dos anos, mais e mais agências foram sendo criadas, expandindo o mercado e dando início ao necessário processo de regulação. 

No Brasil, os registros de atividade na área de segurança privada começaram no início de 1967, quando havia grande discussão sobre formas de aumentar a proteção em áreas específicas. O assalto a bancos era uma atividade criminosa muito comum na época, levando caos e medo a diversos setores da sociedade. 

Assim, em 1969, foi publicado o Decreto lei 1.034, autorizando o setor privado a prestar serviços de segurança. O estado, contudo, ainda fazia parte de todos os processos, já que tinha a prerrogativa de impor diversas limitações. Em São Paulo, por exemplo, apenas 50 empresas podiam exercer a atividade, prestando contas à Secretaria de Segurança Pública. 

Isso mudou em 1983, com a regulamentação da segurança privada. A partir dali, o governo federal tornou o setor mais independente e estabeleceu diretrizes legais que precisam ser seguidas pelas empresas e pessoas físicas que querem atuar na área. Falaremos mais sobre isso no próximo tópico!

O que diz a legislação brasileira sobre segurança privada?

Ao longo do texto, citamos alguns decretos e resoluções que contribuíram para o desenvolvimento da segurança privada enquanto atividade legal no Brasil. Esse é um aspecto extremamente importante para quem busca contratar vigilantes, já que a legislação serve para garantir a qualidade do serviço prestado ao público geral. 

Sem as informações necessárias, você pode acabar lidando com serviços clandestinos, que, conforme mostraremos ainda neste texto, apresentam uma série de riscos e problemas. Mas, afinal, o que diz a lei sobre a segurança privada no Brasil? Para ficar por dentro, é preciso dar atenção especial à Lei 7102 e à portaria 3.233. 

A primeira, publicada em 20 de junho de 1983, estabelece normas para a constituição e funcionamento de empresas particulares que prestem serviço de vigilância e transporte de valores, entre outras coisas. Essa é justamente a lei publicada para tratar da segurança de bancos, conforme mencionamos no tópico anterior. 

O artigo primeiro veda o funcionamento de qualquer estabelecimento financeiro, público ou privado, sem a existência de um sistema de segurança aprovado pelo Banco Central do Brasil. 


Na sequência, o texto prevê que o sistema de segurança deve contar com vigilantes devidamente preparados, além de alarmes e dispositivos que possibilitam a comunicação entre o estabelecimento e o órgão de segurança mais próximo, que pode ser a polícia ou a própria empresa privada. 

A lei também serve de base para definir os pré-requisitos de um vigilante profissional, que apresentamos a seguir na íntegra: 

     I – ser brasileiro; 

     II – ter idade mínima de 21 (vinte e um) anos; 

     III – ter instrução correspondente à quarta série do primeiro grau; 

     IV – ter sido aprovado em curso de formação de vigilante; 

     V – ter sido aprovado em exame de saúde física, mental e psicotécnico; 

     VI – não ter antecedentes criminais registrados; e 

     VII – estar quite com as obrigações eleitorais e militares. 

Além disso, o artigo 19 assegura ao vigilante:

     I – uniforme especial às expensas da empresa a que se vincular; 

     II – porte de arma, quando em serviço; 

     III – prisão especial por ato decorrente do serviço; 

     IV – seguro de vida em grupo, feito pela empresa empregadora.

Outro ponto importante é a definição do Ministério da Justiça como órgão responsável por conceder autorização para o funcionamento das empresas especializadas nos diferentes tipos de vigilância, além dos cursos formadores de profissionais da área. O MJ também fiscaliza tais instituições e toma decisões relacionadas a:

  • aprovação de uniformes;
  • fixação de currículo dos cursos;
  • número permitido de vigilante das empresas em cada estado do país;
  • quantidade de armas permitidas por empresa;
  • controle de armamento e munição. 

Ainda de acordo com a Lei 7.102, todos os armamentos utilizados pelos vigilantes devem ser de propriedade das empresas, que são, portanto, responsáveis pelo seu uso. 

Portaria 3.233

Em 13 de dezembro de 2012, diante do evidente crescimento da segurança privada e da clara necessidade de otimizar e regular esse tipo de serviço, a Polícia Federal publicou a portaria número 3.233. A também chamada Portaria dos Vigilantes define que as atividades de segurança privada serão reguladas, autorizadas e fiscalizadas pelo DPF, tendo em vista o disposto na Lei 7.102.

O documento estipula os seguintes pontos como principais objetivos: 

I – dignidade da pessoa humana;

II – segurança dos cidadãos;

III – prevenção de eventos danosos e diminuição de seus efeitos;

IV – aprimoramento técnico dos profissionais de segurança privada; e

V – estímulo ao crescimento das empresas que atuam no setor.

Além disso, determina que, para ser autorizada a atuar legalmente, uma empresa de segurança privada deve cumprir alguns requisitos, entre eles: 

  • provar que os sócios, administradores, diretores e gerentes da empresa de segurança privada não tenham condenação criminal registrada;
  • contratar, e manter sob contrato, o mínimo de quinze vigilantes, devidamente habilitados;
  • comprovar a posse ou a propriedade de, no mínimo, um veículo comum, com sistema de comunicação ininterrupta com a sede da empresa em cada unidade da federação em que estiver autorizada;

A portaria define, também, os tipos de atividades que podem ser realizadas por uma empresa privada, dividindo-as em 5 categorias principais: 

  1. segurança pessoal;
  2. vigilância patrimonial;
  3. escolta armada;
  4. transporte de valores;
  5. curso de formação. 

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Quais são os tipos de segurança privada?

Entender quais são as principais modalidades de segurança privada e conhecer suas características é essencial para garantir a contratação do serviço adequado para sua situação. Neste tópico, vamos apresentar os tipos de serviço oferecidos por empresas especializadas no Brasil. Acompanhe!

Segurança pessoal 

Essa é uma modalidade destinada a garantir segurança a uma pessoa específica. É um serviço muito comum na realidade de pessoas públicas, como políticos e celebridades, mas também tem grande relevância no mundo executivo. Além disso, vigilantes especializados em segurança pessoal são destacados para acompanhar familiares de clientes. 

O Vigilante de Segurança Pessoal Privada, ou VSPP, conta com a mesma base de formação dos outros profissionais que atuam nessa área, mas tende a focar mais em atos preventivos do que reativos. A ideia é fazer o possível para evitar qualquer tipo de situação que possa colocar em risco a segurança da pessoa protegida. 

Esse serviço pode ser contratado para eventos específicos, como festas, mas também é possível garantir vínculos mais duradouros. 

Vigilância patrimonial 

Se a segurança pessoal é destinada à proteção de pessoas, a vigilância patrimonial tem como foco evitar possíveis riscos ao patrimônio do cliente. É um serviço muito comum – e necessário – na gestão de estabelecimentos que armazenam grandes quantidades de produtos, dinheiro em espécie, ou bens de alto valor. 

Aqui, é fundamental contar com mais do que o apoio de um vigilante. O uso de tecnologia se faz fundamental para garantir uma cobertura mais completa, especialmente em espaços maiores. Dispositivos como câmeras, sensores e portarias eletrônicas desencorajam a ação de criminosos e aumentam a eficiência do plano de segurança. 

Escolta armada 

A escolta armada é uma categoria de segurança privada que tem crescido no Brasil graças ao aumento de casos de roubos de carga. O serviço envolve o uso de veículos e a atuação estratégica de vigilantes em um esforço para prevenir qualquer tentativa de ação criminosa direcionada ao veículo que está sendo protegido, que geralmente transporta alguma carga. 

Além da equipe em campo, é comum contar com um corpo técnico na retaguarda, pronto para executar planos de emergência caso haja necessidade. Além disso, a central fica responsável por praticar diversas táticas que têm como objetivo reduzir ainda mais qualquer tipo de risco existente. 

Transporte de valores

O transporte de valores pode ser entendido como uma combinação entre a escolta armada e a segurança patrimonial. Aqui, o foco é garantir a segurança de bens e valores que precisam ser transportados de um local para outro. A escolta pode utilizar um veículo especial, dependendo da situação, e os vigilantes precisam contar com as autorizações necessárias para portar armas de fogo. 

É um serviço fundamental na logística de diversos estabelecimentos, principalmente os financeiros. O investimento no transporte de valores, afinal, evita o risco de ações criminosas que podem gerar enorme prejuízo à instituição. 

Segurança de eventos

A realização de eventos requer um planejamento para garantir a segurança das pessoas envolvidas, controlar o acesso ao local e proteger o patrimônio representado por bens e valores presentes no local. Esse tipo de serviço se inicia antes do evento em si, já que envolve a avaliação de riscos que possam ameaçar a realização da cerimônia. 

Os vigilantes destacados para eventos se dividem entre diferentes responsabilidades. O controle de acesso, por exemplo, envolve a identificação das pessoas que buscam adentrar o recinto, a realização de revistas pessoais e o confisco de objetos ou substâncias proibidas. Também pode ser papel da segurança privada orientar o público e evitar situações de conflito. 

solução de segurança

Quais são os riscos de contratar serviços clandestinos?

Nesse ponto, já estão claros os benefícios de contar com uma empresa de segurança privada. O investimento nesse tipo de serviço promove uma sensação de conforto para os envolvidos e evita diversos tipos de prejuízos financeiros, além de diminuir o risco de ocorrências criminosas. Contudo, é preciso tomar alguns cuidados na hora de contratar uma empresa.

O aumento da demanda por segurança privada e a falta de conhecimento sobre o assunto faz com que muitas empresas ofereçam esse tipo de serviço sem contar com as devidas autorizações. Com preços mais baratos, elas podem soar como uma boa alternativa à primeira vista, mas a clandestinidade traz consigo uma série de riscos. 

Contratar um serviço clandestino significa lidar com profissionais que não contam com o treinamento necessário para garantir a excelência em suas funções. Além disso, muitos deles trabalham em sistema irregular, o que pode resultar até em processos trabalhistas contra a empresa contratante. 

Os danos eventualmente causados ou sofridos pelos vigilantes irregulares podem, também, ser considerados responsabilidade de quem contrata. 

Para evitar esse tipo de problema, é preciso ter cuidado na hora de escolher a empresa de segurança certa para sua situação. Como fazer isso? É o que discutiremos no próximo tópico!

Como escolher uma empresa de segurança? 

O que você faz antes de contratar qualquer tipo de serviço? Provavelmente busca referências, certo? Aqui, a recomendação é a mesma. Selecione as companhias de segurança privada mais relevantes para você e procure informações sobre a qualidade dos serviços prestados. Para tal, é uma boa ideia entrar em contato direto com outros clientes ou simplesmente navegar por depoimentos deixados em fóruns e outros espaços. 

Se as referências forem positivas, é sinal de que você está lidando com uma empresa séria. Para garantir isso, não deixe de se certificar de que os documentos necessários para a atividade de segurança privada estão em dia. Solicite o alvará de autorização, que é publicado no Diário Oficial da União com validade anual. Esse é o documento que comprova o cumprimento dos requisitos estabelecidos pela Portaria 3233/2012. 

Além disso, certifique-se de que os vigilantes disponibilizados pela empresa tenham concluído os cursos especializantes, que têm validade de 2 anos. Vigilantes em dia com as necessidades legais para cumprir a profissão devem apresentar o Certificado Nacional de Vigilante (CNV). 

Caso sua intenção seja contar com segurança armada, é importante prestar atenção nas armas utilizadas pela empresa. Elas devem estar registradas no SINARM, sistema de controle da Polícia Federal. Note, também, se os equipamentos e tecnologias empregados pela companhia são atualizados e apresentam a qualidade necessária para serem efetivos. 

Os veículos oficiais para escolta devem ser rápidos e seguros, assim como os armamentos e coletes devem ser modernos e de alto nível. 

Por fim, busque por diferenciais. Empresas capazes de oferecer serviços flexíveis, com o uso de variados dispositivos para lidar com diferentes situações, tendem a se mostrar mais eficientes no médio prazo. Tenha isso em mente quando for avaliar os custos envolvidos na contratação, que, é claro, devem caber no seu orçamento. 

Ao fim desse texto, fica claro que a segurança privada é um complemento fundamental à atuação das forças públicas. Contar com uma empresa especializada, portanto, é um grande diferencial para aumentar a sensação de segurança das pessoas e inibir ações criminosas. Para isso, é fundamental que o prestador de serviço consiga alinhar tecnologia com profissionais de excelência. 

Desde 2010 no mercado de segurança privada, a Magna é uma referência nesse sentido. Com mais de 1.000 colaboradores formados e empregados, em mais de 110 pontos de serviço, a empresa oferece vigilância, monitoramento, análises de riscos, consultoria e segurança pessoal. A atuação inclui a construção de planos de segurança exclusivos para cada área, levando em conta as necessidades do cliente. 

Quer saber mais sobre como podemos ajudar? Entre em contato e solicite um orçamento agora mesmo!

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